NOTÍCIAS

30 de jun de 2011

Reforma em dose dupla.

Amigos reformam dois sobrados vizinhos de vila. Veja no que deu!



29 de jun de 2011

Exposição: Joaquim Tenreiro e Giuseppe Scapinelli.

Mostra de peças raras e inéditas na Artemobilia Galeria, em São Paulo, pretende traçar um paralelo entre os trabalhos dos designers.

Um nasceu em Portugal; o outro na Itália. Um foi pioneiro no design de móveis no Brasil, ao lado de Sergio Rodrigues e Zanine Caldas; outro, um arquiteto que teve seus trabalhos mantidos em anonimato por anos. Um preferia trabalhar com jacarandá; o outro, com caviúna. Um tinha personalidade séria, reservada; o outro era expansivo e adorava contar piadas. Estas são algumas das diferenças entre o marceneiro Joaquim Tenreiro e o arquiteto Giuseppe Scapinelli. Em exposição na Artemobilia Galeria, em São Paulo, móveis assinados por ambos mostram as principais diferenças – e também o que há de comum – entre os dois imigrantes que marcaram o design brasileiro.

Poltronas de caviúna, assinadas por Giuseppe Scapinelli em 1950

As cadeiras de jacarandá são do final dos anos 1950 e levam a assinatura de Joaquim Tenreiro

 Nascido em 1906, em Portugal, Joaquim Tenreiro foi um dos principais nomes do design de mobiliário no Brasil no século XX. Criador da poltrona Leve, também era pintor, desenhista e escultor. Produzidas artesanalmente e, portanto, em quantidade limitada, suas peças são admiradas e cobiçadas até hoje. A seriedade era uma característica forte em sua personalidade.

À esquerda, estante modular de Joaquim Tenreiro e, à direita, poltrona de caviúna de Scapinelli

 Por outro lado, o italiano Scapinelli, nascido em 1911, era extrovertido e tinha um dom, além daquele de criar móveis e projetar construções: contar piadas. Ao contrário de Tenreiro, Sergio Rodrigues e Zanine Caldas, o arquiteto, ceramista e pintor permaneceu no anonimato durante muitos anos, já que a primeira aparição de uma peça sua em exposição aconteceu somente em 2010, no museu Oscar Niemeyer, em Curitiba. “Felizmente, de alguns anos para cá, Scapinelli foi redescoberto e hoje é sinônimo de arrojamento, qualidade e sofisticação no móvel brasileiro dos anos 1950 e 1960", afirma Sergio Campos, proprietário da Artemobilia Galeria e curador da exposição.

Com peças raras e algumas até mesmo inéditas em exposições brasileiras, a mostra Joaquim Tenreiro e Giuseppe Scapinelli – Os imigrantes, o marceneiro e o arquiteto pretende ressaltar as diferenças e também as semelhanças entre os trabalhos dos dois europeus. “A verdade é que ambos ajudaram muito na transformação dos lares brasileiros em ambientes mais leves, arejados e alegres. E este legado influencia, ainda hoje, novas gerações de designers", completa Sergio. 

Joaquim Tenreiro e Giuseppe Scapinelli – Os imigrantes, o marceneiro e o arquiteto
Artemobilia Galeria
De 29 de junho a 12 de julho de 2011
Das 10h às 17h
Rua Cardeal Arcoverde, 470 – Pinheiros
São Paulo, SP
Mais informações: (11) 3791-9929 ou www.artemobilia.com.br.
Entrada gratuita

Cores vibrantes para esquentar e mudar a decoração da sua casa.



Otimista, dinâmico, moderno, inovador e acima de tudo creativos. Explorar novos horizontes e abusar da grande variedade de cores e acabamentos de pinturas diferentes para combinar e trazer um moque moderno em casa. As cores vibrantes estão com tudo para aquecer nesse inverno! Vejam algumas combinações.








  

28 de jun de 2011

Design também é arte!

O Salão Design São Paulo, que aconteceu de 14 a 19 de junho, promoveu seminários de design e expôs peças assinadas por designers famosos. Mobiliário, iluminação e artefatos de interiores. Objetos decorativos únicos, assinados por designers renomados podem sim ser considerados obras de arte. É o caso das peças desta galeria, que foram expostas no primeiro Salão de Design de São Paulo. Nomes como irmãos Campana (que foram os grandes homenageados da exposição, com um espaço exclusivo para suas criações), Antônio Bernardo e Cláudia Moreira Salles estão presentes, junto de estúdios de design.
Veja algumas peças...

A poltrona Vermelha é feita de aço inox com assento é de cordas - Irmãos Campana

Luminária Bambu também é feita de alumínio - Irmãos Campana

Luminária 360°, feita por Antônio Bernardo, foi inspirada em um brinco do próprio designer, de aço inox banhado a ouro.

 Abajur Cantante foi feito de cobre especialmente para a mostra - designer Claudia Moreira Salles

 Esta é uma peça original, feita em 1986. O Sirfo é um pato cinza, que possui assinatura do designer Alessandro Medini no próprio bico.

 Cadeira Corallo é toda feita de alumínio - Irmãos Campana
 

27 de jun de 2011

Decoração oriental no Santiago Bernabéu.

Zen Market é o novo restaurante decorado por Ignacio García de Vinuesa no estádio do Real Madrid. A decoração e arquitetura em restaurantes, bares, hotéis, lojas é fundamental para a sociedade em que vivemos. Algo como "o que faz a diferença entre elas e outros estabelecimentos". Desta vez dedicamos o nosso espaço para um local multidisciplinar (restaurante, bebidas, eventos) e espectacular para o seu tamanho (mais de 1300 metros quadrados) para a sua decoração impressionante e cuidadoso, pela graça de Nacho García de Vinuesa, e sua localização deslumbranteno Estádio Bernabéu. Para jantar em um ambiente requintado e olhando para um dos motivos - "melhor futebol do mundo".
Segundo Gdev (Estádio Nacho García Vinuesa), a filosofia do trabalho era "criar um espaço que combina a tradição com a cultura moderna da Ásia e da sofisticação." Para o efeito, ter combinado acabamentos, materiais e elementos decorativos exclusivos e muito original direto do continente asiático", algumas centenas de anos, e outros, em vez são representativos das últimas decoração avant-garde". 


Os camarotes forman parte do restaurante, podendo abrir-se e formar parte do espaço, ou fechado dando lugar a pequenas salas independentes. 

As lâmpadas foram trazidos da China, tais como aqueles encontrados nos telhados dos camarotes e pendurados no Bar Lounge, foram concebidos por Gdev especialmente para o restaurante.


Construa sua casa em menos de 6 meses!

O Residencial Luz do Sol, localizada em Baldwin Hills, é o primeiro modelo da casa "Homes Proto". Casas Proto construiu seu negócio em torno da idéia de peças intercambiáveis​​. Suas casas apresentam um núcleo principal, como um chassis do carro em torno do qual você pode criar a casa dos seus sonhos. Podem ser considerados mais de um híbrido, onde algumas partes são pré-fabricados na fábrica e outros são construídos no local. Construção de uma casa de Homes Proto foi projetado para ser bastante acessível, bem como rápido - concluída em menos de seis meses. Veja um exemplo...

 

As escolhas de CASA CLAUDIA LUXO na Hyundai Mostra Black.

Os eventos dedicados ao design de interiores e arquitetura se multiplicaram nos últimos anos, impulsionados pela boa fase deste setor. Ao mesmo tempo em que trabalhos inovadores e ideias originais ficaram abafados em meio a tantas mostras de decoração. Quem é fã do assunto, não pode perder a Hyundai Mostra Black, que está aberta ao público a partir desta semana, em São Paulo. Entre muitos nomes importantes, a idealizadora Raquel Silveira escolheu a dedo 14 profissionais. A exposição reúne grandes nomes do design de interiores, arquitetura e paisagismo em um casarão de 1.500 m². 
Veja alguns ambientes.
 
O arquiteto Jorge Elias aproveitou as estantes e boiseries originais da antiga biblioteca e reinventou o espaço com toques inusitados e muitas obras de arte poderosas, como as litogravuras de Picasso, Chagal e Léger.

David Bastos criou para a varanda da casa um ambiente aconchegante, emoldurado por brises de madeira. Sob uma iluminação natural gostosa, o sofá Extrasoft, de Piero Lissoni para a Living Divani, convida o visitante a relaxar.

É impossível passar pelo lounge do arquiteto Roberto Migotto e não se encantar por cada detalhe. A combinação de diversos tons de vermelho e a iluminação dramática dão ao ambiente uma sensação de sofisticação e acolhimento. Aqui é possível ver a mistura de peças clássicas e modernas, característica do arquiteto. O sofá clássico (Renée Behar antiquario) divide a cena com o espelho redondo gigante (Érea).

   Luiz Carlos Orsini fez uma homenagem ao Ano Internacional das Florestas, comemorado em 2011, no seu terraço das embaúbas. O deck de madeira cumaru conduz os visitantes a um passeio por um espaço repleto de plantas em várias alturas e espelhos d’água refrescantes.

 João Armentano partiu da ideia de que ser simples é um grande luxo para redesenhar o sótão com cores claras e coleções de arte. Pensando nisso, ele deixou um recado divertido para o carnavalesco Joãozinho 30 pendurado em uma escada: "Me desculpe, xará Joãozinho 30, mas simplicidade é luxo!". O carnavalesco é famoso por sua frase polêmica: "O povo gosta de luxo, quem gosta de miséria é intelectual."

 

22 de jun de 2011

Casa com espaço de folga para o lazer.

O olhar do arquiteto Eiji Hayakawa sobre a relação entre espaços internos e externos de uma moradia passa, necessariamente, por suas raízes orientais. “O povo japonês aprecia a natureza como poucos, e vê a arquitetura como um instrumento para isso”, fala ele, que teve neste projeto o arquiteto Marcos Takiguthi como coautor. A casa se abre para o entorno sem comprometer a privacidade dos moradores por meio de muros e pátios elípticos.

Os muros de alvenaria estão numa cota ligeiramente acima do nível da rua, por isso sua altura não precisou ultrapassar 3 m. Usado como revestimento, o mosaico português caramelo ganha aspecto dourado à luz do entardecer.

Duas passagens dão acesso à casa. A coberta, na garagem, fica mais perto da porta principal. A outra, ao ar livre, sugere um percurso no sentido oposto, até o pátio de lazer. Ambas desembocam no corredor elíptico entre o muro externo e a parede vazada.

Um pilar metálico tubular ajuda a sustentar a laje de concreto. A partir desse ponto, ela se prolonga mais 3,50 m e desenha a grande elipse que define este setor da construção. Virado para oeste, ele concentra piscina, churrasqueira, sauna e gramado.

   O piso de fulgê (Casa Franceza) acompanha a curva da laje, que aponta para o lote vizinho. Como o condomínio desautoriza a construção de cercas entre os terrenos, árvores altas marcam a fronteira. A moradora pretende incrementar ainda mais o paisagismo nesta porção.

 Ao fundo deste corredor, vê-se a porta de entrada. Do lado esquerdo, a luz natural atravessa as perfurações circulares fechadas com acrílico. À direita, repete-se o mosaico português. Piso de granilite da Casa Franceza.

 O segundo pátio, uma elipse menor, liga-se diretamente à sala de estar por meio de um deck de cumaru. A outra parte é gramada, mas também há árvores e plantas de pequeno porte. A torre ao fundo acomoda a escada.

 Blocos de vidro (Dayia) levam luminosidade às dependências do casal. Pintada com tinta automotiva, a escada metálica (curva, como não poderia deixar de ser) tem degraus de cumaru de 5 cm de espessura.

 Em contraposição à linguagem minimalista dos demais ambientes, a cozinha tem um ar mais intimista, com móveis planejados (SCA) de tons amadeirados. Tampos de granito café imperial da Gramartec.

À noite, fica mais clara a intenção da parede de alvenaria vazada: seus orifícios deixam passar a iluminação quente do corredor atrás dela e criam um bonito efeito de luz, refletido nas águas da raia e do spa.

  Tradicionais na arquitetura japonesa, dois pátios organizam a planta. O maior concentra ao seu redor a área de lazer. O outro, que recebe o sol da manhã, está próximo dos quartos, da cozinha e da sala. "o desenho da casa partiu da análise do programa em relação ao espaço externo", explica o arquiteto Eiji hayakawa. Outro fator foi concentrar o dia a dia do casal no térreo, inclusive a suíte.

Área: 595 m²
Ano do projeto: 2005
Conclusão da obra: 2007
Projeto: Eiji Hayakawa e Marcos Takiguthi
Projeto de elétrica e hidráulica: Hunter Pelton Engenharia
Execução: José Luís dos Santos
Paisagismo: Ingrid Brunckhorst
 

21 de jun de 2011

Dúplex bem masculino para um solteiro.

Para se adaptar ao estilo de vida de um solteiro, quase todas as paredes deste dúplex foram demolidas, liberando espaço para reunir os amigos. A localização da cobertura dúplex, no Itaim, um dos bairros mais cosmopolitas da capital paulista, já era bastante atraente para o jovem empresário do setor imobiliário. Mas foi a vista do 25º andar – com faces norte, leste e oeste – que o conquistou de vez quando decidiu sair da casa dos pais e mudar para um canto só seu. Faltava apenas ampliar algumas áreas e dar uma atmosfera pessoal e masculina aos ambientes. “Solteiro e com 30 anos, o proprietário precisava de um espaço adequado a seu momento. Ele gosta de reunir os amigos e marca jogos de bilhar a cada 15 dias”, diz o arquiteto Guilherme Torres. Com esse perfil em mente, o profissional propôs eliminar paredes, criar uma estante que abraçasse o living e assumir a mesa de sinuca como o ponto de partida da decoração. O resultado é moderno e lúdico.
 Desde a primeira visita ao imóvel, ficou decidido que a maior parte das paredes viria abaixo. No piso inferior, de 95 m², restou apenas um pilar estrutural. No superior, de 83 m², três quartos acanhados deram origem à suíte do proprietário e ao home theater, que serve também para receber hóspedes. "Mais tarde, se ele quiser vender o apartamento, um jovem casal com um filho poderá se interessar", antecipa Guilherme Torres.
 O arquiteto Guilherme Torres manteve uma rica troca de ideias com o morador durante os 12 meses de obra. "A proposta do pavimento superior é do proprietário. Em meu projeto inicial, os banheiros ficavam perto da varanda, e o quarto, mais recluso. Mas ele me apresentou um layout com a cama em frente ao terraço para desfrutar melhor da vista e me convenceu a mudar", reconhece.